segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Cidades Intraterrestres O Despertar da Humanidade


Minha experiência com esse livro foi muito boa e extremamente proveitosa, aprendi bastante sobre a diversidade de vidas fora e dentro da terra em outras dimensões , sobre não julgar e acreditar que em um vasto universo apenas o planeta terra possui uma variedade de vidas e apenas o homem possui a consciência, aprendi também que estamos todos ligados uns aos outros pelo amor maior, extra e infraterrestres, que Deus ama a todos os seus filhos e sempre vai acolher e dar a oportunidade da evolução espiritual em qualquer lugar, seja qual for... esse livro se tornou um dos meu favoritos.

CIDADES INTRATERRESTRES O DESPERTAR DA HUMANIDADE relata comunicações mediúnicas onde estudos e expedições são feitos no interior do planeta terra, em baixo das florestas, dentro do mar... Onde se descobre civilizações de espíritos já bem avançadas, em tecnologia, moral e espiritualidade. Onde relata-se também como se vive, como se reproduzem e quão importante é sua ligação com os seres da superfície. Fala-se também de sua participação na transição planetária em que o orbe terrestre se encontra, o que farão nesse período e como ajudarão nos desencarnes.

sábado, 17 de novembro de 2018

#SouMedium - As mediunidades com quais nasci

Antes de começar gostaria de falar um pouco sobre o que é mediunidade.

Mediunidade:
Prática de médiuns que supostamente mediam a comunicação entre os mortos e os vivos.

O maior estudioso deste tema foi o fundador do Espiritismo, Allan Kardec (1804 ¿ 1869), que assim definiu a mediunidade: "todo aquele que sente em um grau qualquer influência dos espíritos é, por esse fato, médium".

Os médiuns são porta-vozes de um mundo que as pessoas desejam que exista. Isto ocorre porque a ciência deixa de satisfazer ou atender a uma necessidade emocional.

Eles são, portanto, canais de alívio para muitas aflições. São encontrados na religião espírita, no catolicismo e não raro em outras religiões que seguem normas mais rígidas.

A mediunidade não escolhe credo, raça ou condição social. Ela é divina e universal, capaz de produzir um fenômeno de atração magnética, e assim como um ímã, consegue captar o campo áurico de uma pessoa que já morreu. O médium é uma ponte entre vivos e espíritos, e experimentam fenômenos que desafiam até a ciência.

A incorporação deve ocorrer de maneira suave, harmônica, sendo o médium um portador de palavras de amor. Depois do término dos trabalhos, ele precisa refazer o seu ectoplasma, a substância semiespiritual que se renova posteriormente, devendo ingerir proteínas para retornar ao seu estado normal.

O médium possui uma responsabilidade maior do que uma pessoa comum. O dever de todo médium é amar, respeitar o próximo, doar seus ouvidos e consolar os que necessitam. Deve aperfeiçoar a moral dos homens e lembrar que todos nós estamos sujeitos a lei do karma, da causa e do efeito. É importante aplicar-se ao serviço do bem, convertendo-se em um instrumento de luz para si próprio e para todos os que o rodeiam.

No Brasil, no que se refere à mediunidade e à espiritualidade, tem-se como ensinamento: "dê de graça o que de graça recebeste" (na Inglaterra, a sessão espiritual é cobrada).

O físico francês Patrick Druot, pesquisador do Instituto Monroe dos Estados Unidos, afirmou que: "não é possível dizer que a mediunidade não existe; a ciência sabe como o cérebro funciona quimicamente, mas ainda não sabe o que faz o cérebro funcionar nos casos mediúnicos".

Mediunidade, ou canalização, designa a alegada comunicação entre humanos(encarnados) e espíritos (desencarnados); ou a manifestação espiritual via corpo físico que não lhe pertence. Apesar de disseminada pela maioria das sociedades ao longo da história humana, foi a partir do século XIX que a mediunidade começou a ser um objeto de intensa investigação científica.

Embora não provada através da ciência "stricto sensu", a mediunidade é corroborada por diversas doutrinas e correntes espiritualistas, sendo parte das raízes greco-romanas e judaico-cristãs da sociedade ocidental, bem como dos orientais hinduísmo e budismo tibetano.

Assim, em perspectiva espiritualista um espírito que deseja comunicar-se entra em contato com a mente do médium ativo, e, por esse meio, pode se comunicar por várias formas, como oralmente (psicofonia), pela escrita (psicografia), ou ainda se fazendo visível ao médium (vidência).

Fenômenos de ordem física incluem levitações (poltergeist), batidas (tiptologia), escrita direta (pneumatografia), voz direta (pneumatofonia), voz eletrônica (fenômeno da voz eletrônica) etc. Também há a mediunidade de psicometria, que é muito usada como ajuda para a polícia, consiste em um médium ler impressões e recordações pelo contato com objetos comuns; e a mediunidade de cura, como acontece através do médium João de Deus.

Outras formas de comunicação com os espíritos podem ser encontradas em O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec.
Embora recorrente em diversas vertentes espiritualistas e grupos sociais, e dogma da Doutrina Espírita, a mediunidade não se encontra estabelecida à luz da 3, pois a existência de espíritos não é suportada pelos rigores do contemporâneo método científico.

Objeto de estudo da pseudociência da parapsicologia, o consenso científico atual não suporta as alegações deste e de outros supostos fenômenos paranormais.

E quais foram as mediunidades com as quais nasci?

- mediunidade de vidência e clarividência, olfato, audiencia-claroaudiência, incorporação, sensitividade e cura.

Vidência e clarividência: Conseguem enxergar claramente os espíritos através dos olhos da alma.

Olfato: conseguem sentir o tipo vibratório do Espírito através do cheiro que ele emana espiritualmente.

Audientes e claroaudientes: São aqueles capazes de escutar os espíritos, sendo essa voz manifestada de forma interior ou exterior.

Incorporaçao Ou piscofonia: A mediunidade de incorporação também pode ser denominada como psicofonia  que é um fenômeno mediúnico no qual um espírito se comunica através da voz de um médium.

Os diferentes graus de consciência de um médium de incorporação...
A mediunidade de incorporação pode ser classificada por diferentes graus: consciente, semi- consciente e inconsciente.

Mediunidade de incorporação consciente:Pode-se classificar quando ele está consciente e se recorda do momento em que ocorreu a incorporação.  Portanto o médium consegue se lembrar de tudo que foi dito durante a incorporação e passa a mensagem do espírito de acordo com o seu próprio entendimento.

Mediunidade de incorporação semi- consciente:  Esse tipo de médium consegue lembrar apenas parcialmente do momento em que ocorreu essa transe mediúnica. Porém, durante a transe mediúnica o espírito conseguem ter controle parcialmente dos órgãos vocais do médium.

Mediunidade de incorporação inconsciente: Já o médium que tem grau de mediunidade inconsciente ele não se recorda da mensagem que foi transmitida pelo espírito, mas está consciente durante a incorporação.

Sensitividade: Estas pessoas são tão sensíveis que sentem a presença de espíritos, podendo reconhecer se são bons ou ruins e até mesmo suas características.

Cura: São pessoas que possuem o grande dom da cura, através de um simples contato, ou olhar, sem passar nenhum medicamento ao enfermo. Este poder lhe é possível graças ao magnetismo que muitos não tem nem o conhecimento de possuírem ou do que se trata. Seu poder de atingir os níveis espirituais é tão grande que elas estabelecem a conexão para a cura geralmente através de preces muito profundas.